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Kapotasana, morte e Deus

Se a prática de ioga é um microcosmo da vida, então a Kapotasana é um microcosmo da morte. E eu não estou falando da Kapotasana onde você se joga pra trás, se estatela no chão e nem tenta chegar ao calcanhar. Não... Eu estou falando da Kapotasana de verdade onde você tem que lutar contra o chão para ser capaz de abrir o seu coração e depois você leva o ombro ao limite para tentar alcançar o calcanhar. Você pode até não chegar lá, mas eu estou falando dessa luta que leva você ao limite das suas habilidades. Aquela Kapotasana. A que te deixa sem fôlego, lutando contra seu próprio corpo para conseguir respirar.

Para mim a kapotasana é uma pose tão difícil que quando comecei a praticá-la, eu ficava ansiosa antes mesmo de por o pé no estúdio. Por isso eu equiparo essa pose a uma prática para a morte. Porque morte cria ansiedade. Você já esteve em alguma situação quando o dia está ótimo e aí você lembra que você vai morrer um dia e que tudo vai acabar? Aí dá aquela ansiedade, um mini ataque de pânico ... Pois é... Era assim mesmo que eu me sentia toda a vez que eu lembrava que tinha que fazer essa pose.

Eu começava a ficar ansiosa na noite anterior, quando eu ia para a cama. Eu começava a pensar: "Ih..... eu tenho que fazer Kapotasana amanhã de manhã ....". Normalmente eu sofria um mini ataque de pânico toda a noite e tinha que fazer exercícios de respiração para me acalmar e dormir. Quando eu acordava, eu passava por outra onda de ansiedade quando me lembrava que eu tinha que fazer Kapotasana dentro de poucas horas. E esse pânico todo ia crescendo a medida que a hora da kapotasana chegava. Quando era hora de fazer a pose eu estava me tremendo toda. Pra quem está de fora, deve parecer loucura eu me obrigar a passar por isso todos os dias, mas o que eu aprendi através dessa maluquice toda é realmente sem preço.

Essa ansiedade toda, obrigou-me a esquecer da obsessão de querer avançar para a próxima pose. Eu já não me importava mais se eu ia conseguir fazer a kapotasana. Em vez disso, eu tinha que focar no presente para conseguir praticar sem ter um ataque de pânico. Então ao invés de assistir todos os vídeos do YouTube e ler todos os artigos sobre a Kapotasana, eu comecei a me concentrar nos pequenos detalhes da minha prática. Eu parei de me preocupar com o que estava por vir e comecei a focar no presente.

A kapotasana tirou o meu foco do corpo físico e me deixou mais conectada ao corpo celeste. Tamanha era a minha ansiedade que eu tive que deixar Deus guiar a minha prática. Até hoje, antes de fazer a kapotasana, eu oro. Pouco a pouco a kapotasana ficou mais fácil, e a ansiedade tornou-se mais superável. Através desse trabalho físico, Deus me lembrou que após a morte, o encontro mais importante da nossa vida acontece com Ele. Ele me enviou o verso de João 11: 25-26:

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressureição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?

Eu certamente creio! Então eu abri mão do medo, meu tremor diminuiu, a falta de ar passou. Meu foco é Deus.

O que aconteceu depois de conquistar a Kapotasana foi pura magia. A minha prática se desenrolou sem esforço. Minha obsessão de vídeos do youtube desapareceu e a obsessão de avançar foi embora. As novas poses vinham simplesmente desbloquear o potencial que já estava dentro de mim. A kapotasana me forçou a focar no que importa: Deus e o momento presente.

Enfrentando obstáculos na prática de yoga e na vida: Marichyasana D

Marichyasana D foi o primeiro obstáculo que eu encontrei na minha prática de yoga. Eu tentava de tudo e nada... Meses se passaram e eu comecei a achar que aquela pose era simplesmente impossível... Bom, pelo menos para mim. Primeiro, eu cheguei a conclusão que a minha barriga era grande demais, depois eu comecei a achar que as minhas pernas eram muito gordas para conseguir envolver os meus braços, ou será que os meus braços eram demasiadamente curtos ir para envolver as minhas pernas?

Eu fiquei completamente obcecada com a pose durante meses. Eu devo ter assistido todos os vídeos do youtube sobre a pose e devo ter lido todos os artigos já escritos sobre a Marichyasana D. Depois de meses constantes de prática e fé, sem nenhum aviso prévio .... eu finalmente consegui. Foi até um pouco sem graça ... Meu mundo não mudou, pássaros não cantaram. Um dia, eu consegui entrar na pose, pegar uma mão na outra... e pronto. Meu dia continuou normalmente.

A prática de yoga é muitas vezes um microcosmo da nossa vida e nos ensina lições importantes. A marichyasana D foi durante muito tempo a minha terra prometida protegida atrás de uma muralha gigante. Não importava o que eu fazia, a parede não caía. O muro só caiu com muita consistência, fé e obediência.

O povo de Israel também se deparou com uma muralha ao redor de Jericó. E eles não precisaram de tática militar para entrar na cidade.... Não, eles só precisaram de Deus. O povo de Israel entrou em Jericó da mesma forma que eu conquistei a marichyasana: através da fé em Deus, da obediência e da consistência. Eles não conseguiriam entrar se tivessem desistido depois da sexta volta não é verdade?

Cada pose na prática de yoga que te apresenta um desafio é uma terra prometida protegida por uma parede gigante. Quando você se depara com uma muralha impenetrável, o que devemos fazer? Como o povo de Israel, devemos permanecer fiéis e obedientes Deus na vida e também na prática de yoga. Somente através da fé e da obediência, somos capazes de derrubar mulharas e ultrapassar obstáculos:

"Pela fé, os muros de Jericó caíram, depois que as pessoas tinham marchado em torno deles durante sete dias." Hebreus 11:30.

A aula de hoje tem como meta uma pose chama Marichyasana D. Ela é uma torção avançada, portanto esta aula é para alunos intermediários e avançados. A aula deve durar em torno de 45 minutos. Durante a prática medite sobre as seguintes perguntas: 

  • De que outra forma você pode acessar e aplicar o poder de Deus em sua prática de yoga e na sua vida?
  • Há alguma área da sua vida onde você poderia usar mais fé e consistência?

Estamos começando um ano novo e portanto é um momento oportuno para refletir sobre a fé e a obediência em Cristo! Aproveite o desafio desta classe intermediária e lembre-se de permanecer fiel em Cristo!

Que Deus lhe abençoe!

A visão de Deus para a sua vida em 2016

O primeiro dia do ano novo é um momento oportuno para pensar no futuro. Para mim, esta época do ano é de oração e reflexão. Hoje, convido-lhe a acalmar a sua mente e meditar sobre a visão de Deus para a sua vida. No vídeo de hoje, eu ensino um pranayama e convido-lhe a meditar sobre Habacuque 2: 2. Se você não sabe o que é um pranayama, é um exercício respiratório que tranquiliza a mente. Estudos científicos sugerem que este tipo de exercício reduz a pressão arterial, equilibra o sistema nervoso parassimpático, e alivia a ansiedade. Quando nos sentimos mais calmos, somos capazes de ouvir a voz de Deus mais claramente e compreender os objetivos dele para a nossa vida. Ao assistir o vídeo e fazer a aula, convido-lhe a meditar sobre as seguintes perguntas:  

  • Qual é a visão de Deus para a sua vida em 2016?
  • Como você pode tomar passos concretos para alcançar essa visão?


Tome um tempo hoje para meditar sobre Habacuque 2: 2-3:

Então o Senhor me respondeu, e disse: Escreve a visão e torna-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler quem passa correndo.
Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará.

Perceba que Deus manda o seu profeta escrever a sua visão e, em seguida, compartilhá-la com outras pessoas. Ele pede para que a visão dele permaneça à vista. Porque você não faz o mesmo? Escreva a visão que Deus tem para a sua vida. Deixe-a em um lugar onde você possa vê-la todos os dias para que você seja relembrada da sua missão aqui na terra. 

Se você ainda não tem certeza de qual é a visão de  Deus para você. Não se preocupe. Espere. Continue orando e clamando por uma visão para a sua vida. Quando a hora for oportuna, a visão dele se materializará em sua mente. 

Espero que esse vídeo lhe ajude a acalmar a sua mente e entender a visão de Deus para você. Mesmo que essa visão pareça impossível, creia. Como diz a passagem, a vitória pode levar muito tempo... Mas o nosso Deus é o Deus do impossível. Ele é Alfa e Omega. E para ele tudo é possível (Mateus 19:26).

Deus lhe abençoe!


Será que a yoga pode te preparar para enfrentar o caminho inca?

Eu quis treinar e preparar-me para enfrentar o caminho inca. Era o sonho de infância do meu filho e eu não queria decepcioná-lo. Mas, com os inúmeros afazeres que tinha como, dar aula de yoga, construir minha casa, acordar às 5 da manhã para levar meu filho para a escola e ainda uma bebê, não dava nem para pensar na possibilidade de preparar-me para uma trilha. 

 

Assim, no final, me deparei com um dilema: Será que a yoga que pratico diariamente me prepararia para enfrentar os  42 quilômetros esgotantes do caminho Inca? É importante lembrar que a prática de yoga a que me refiro neste artigo é composta de um treino diário, seis dias semanais, no estilo 'Ashtanga'.  Eu estudei yoga neste estilo por dois anos antes da minha viagem. 

Para quem não sabe o que é o estilo 'Ashtanga', ela é uma prática de yoga árdua desenvolvida por Sri K. Pattabhi Jois, baseada em um antigo texto chamado 'Yoga Kornuta'. É composta de 6 séries que são introduzidas ao aluno pouco a pouco, somente após o aluno tornar-se proficiente nas poses iniciais. Quando eu fui à trilha inca, eu estava praticando a série primária de 'Ashtanga Yoga'.

Então, voltando à minha pergunta inicial: Será que a 'Ashtanga Yoga' poderia me preparar para fazer o caminho inca? Aqui segue o meu dia-a-dia explicando as maneiras pelas quais minha prática diária preparou meu corpo para a trilha.

Dia 1: Como fizemos esta viagem durante um feriado de uma semana que meu filho teve da escola, só tivemos um dia em Cusco para nos aclimatarmos. Essa foi uma idéia terrível e tornou a caminhada ainda mais difícil. Eu subestimei meu processo de aclimatação achando que não encontraria dificuldades pelo fato de já ter ido esquiar no Colorado, um lugar alto, e nunca ter tido problema. Acontece que Cusco é mais alto que o Colorado e essa pequena diferença afetou muito o meu corpo. Mesmo o primeiro dia começando com um terreno mais fácil, foi, para mim, de longe o mais difícil de todos por causa do ar rarefeito. Muitas vezes eu me senti sem ar durante a caminhada, e tive que concentrar na minha respiração. Instintivamente, copiando minha prática de yoga, eu comecei a inspirar profundamente e a exalar todo o ar para que eu pudesse trazer novo oxigênio. Este pequeno exercício de respiração me ajudou conseguir terminar a caminhada daquele dia. Depois de ver lugares lindíssimos no primeiro dia de caminhada e experimentar Chicha (cerveja de milho) pela primeira vez, dormimos perto da casa de um morador local com o céu mais estrelado que eu já tinha visto.


Dia 2: Se você estiver fazendo o caminho Inca clássico, o segundo dia é supostamente o dia mais difícil. São 7 horas de subida nos Andes até a passagem da mulher morta. Essa subida é seguida de 1 hora de descida até o acampamento. Apesar de ser o dia mais difícil, o meu corpo começou a aclimatar então eu só senti uma leve dor de cabeça ao atingir a passagem da mulher morta (o ponto mais alto daquele dia). Eu acho que a minha prática de 'pranayama' (exercícios respiratórios) do dia anterior aumentou a quantidade de oxigênio no meu sangue ajudando a atenuar os efeitos da altitude. Assim que passamos pela passagem da mulher morta, uma chuva torrencial começou. Isso coincidiu com o início da parte em declive do dia. Ou seja, eu escorreguei nas pedras e caí umas 3 ou 4 vezes. Graças à minha flexibilidade, a qual ganhei com a prática diária da ashtanga, as quedas não me causaram quaisquer danos. A noite, nós acampamos e tivemos um contratempo. Eu acordei com um cara quase em cima de mim mexendo nas nossas coisas. Eu comecei a gritar muito alto. Acordei o meu filho e as pessoas nas barracas que estavam conosco. O homem fugiu. Meu filho e eu ficamos agitados o resto da noite e não conseguíamos dormir. Tentando acalmá-lo, eu lhe ensinei o 'Vishama-vritti', ou respiração desigual. Depois fizemos uma meditação curta. Sei que ele acabou dormindo como um bebê. Foi como mágica. Eu tentei fazer o mesmo, mas só consegui dormir um pouquinho. O medo era muito grande de algo mais acontecer.

Dia 3: No terceiro dia, todo mundo estava reclamando de dores no corpo. No entanto, eu estava me sentindo ótima, apesar de não ter dormido bem na noite anterior. Normalmente, nossos músculos ficam doloridos quando são desafiados com uma atividade mais extenuante do que estão acostumados. Creio que a minha prática de yoga preparou os meus músculos para enfrentar os 42km sem sentir dores musculares. Apesar de tentarmos manter a calma e ficar mais uma noite com o nosso grupo, eu e meu filho decidimos caminhar os 20 km restantes da trilha no mesmo dia para ficarmos num hotel ao invés de um acampamento. Ou seja, com isso tivemos que fazer mais 6 horas de caminhada em declive, colocando nossos joelhos à prova. No final do dia, Gabriel e eu estávamos super cansados. No entanto, ficamos felizes pois tínhamos conseguido chegar na 'civilização' e passar a noite com segurança. No final das contas, caminhamos o caminho inca inteiro em apenas 3 dias! Terminamos o dia com uma massagem peruana incrível e uma ducha quente!


Dia 4: No dia seguinte, tomamos um ônibus para Machu Pichu para encontrar nosso grupo que tinha caminhado para lá naquela manhã. Machu Picchu foi uma dos lugares mais incríveis e mágicos que eu já tinha visto. Depois de explorar o local, meu filho e eu apenas nos sentamos, fechamos os olhos e imaginamos como deve ter sido viver no ápice da civilização inca.

Veredito final: A minha prática diária de ioga no estilo da Ashtanga preparou o meu corpo para mais do que apenas enfrentar fisicamente a trilha inca. Ela também me deu habilidades para lidar com os desafios e problemas que encontrei. Eu utilizei técnicas de pranayama para me habituar com a altitude e me ajudar a manter a calma no meio do caos. Mesmo sem treinamento cardiovascular formal, tive a resistência e a aptidão necessárias para concluir os 42 km em 3 dias (um dia a menos do que o normal). Meus músculos não ficaram doloridos, apesar enfrentar 7 horas de subida em um mesmo dia. Sempre ouvi dizer que a Ashtanga é também um exercício cardiovascular, mas confesso que fiquei extremamente surpresa em como ela preparou o meu corpo para enfrentar uma tarefa tão árdua. Depois de usar o pranayama, meditação e resistência muscular na trilha posso atestar que 6 dias semanais de ashtanga preparam você para o desafio do caminho inca

Sexismo na Yoga: Regras para a sua "regra"?

Eu não gosto quando dizem que as mulheres não são capazes de fazer alguma coisa. Deve ser porque eu cresci no Brasil, um país tão machista que este tipo de mensagem se esconde até dentro do dicionário. Um exemplo disso é a palavra presidente, um substantivo exclusivamente masculino, até que a nossa ilustríssima presidenta, introduziu uma versão feminina (presidenta) ao dicionário. Algo que fez sob muitas críticas, já que o Brasil é um país tão machista que se uma mulher introduz uma versão feminina de uma palavra símbolo do machismo imbuído em nosso país, ela é julgada como ignorante. 

Por essa razão, quando me disseram que eu não poderia praticar yoga durante o meu ciclo menstrual, o meu alarme sexista tocou... e bastante alto. Portanto, eu me rebelei e continuei a praticar como se nada tivesse acontecido, mesmo durante a minha menstruação. Na verdade, quando eu fui para Mysore (India), eu pratiquei menstruada. E pratiquei com um sorriso sarcástico no rosto, como se eu estivesse desafiando algum dogma. Mas vale observar que eu não sou muito afetada pelo meu período menstrual. Eu não sofro com qualquer tipo de cólica e não sou de sofrer de TPM (embora que meu marido possa lhe contar uma história bem diferente ...). Mas, como professora de ioga, eu senti curiosidade e obrigação de pesquisar mais. Então, por que somos proibidas de praticar durante a menstruação? Existe uma razão científica por trás desta loucura? Ou seria essa mais uma mensagem machista disfarçada de ioguismo?

O que eu descobri:

1) No mundo da Ashtanga, nos ensinam a abstinência da prática durante os três primeiros dias da menstruação ou até mais dias, se o fluxo for pesado. Os bandhas ativados durante a prática criam um fluxo de energia para cima, enquanto a nossa menstruação cria apana (ou seja um fluxo de energia para baixo). Em uma entrevista concedida ao Ashtanga Yoga Shala de New York City, a Saraswasthi (filha de Guruji) disse: "Aqui na Índia de acordo com a tradição Brahman, a mulher repousa nestes dias, ela não cozinha e nem sequer vai para a cozinha. Outras mulheres deverão cozinhar para ela e ela somente come e dorme. " Embora que os fluxos energéticos opostos sejam uma razão interessante para não praticar, se você não se sentir esgotada eu não vejo razão para deixar de praticar yoga. 

2) Quando eu perguntei a outros professores, foi-me dito que qualquer asana invertida (parada de cabeça, parada de mão, parada de ombro, etc) durante a menstruação criaria uma inversão do fluxo menstrual. Sinceramente, não achei que isso seria um problema, já que o que sobe tem que eventualmente descer. Mas, de qualquer forma eu pesquisei no google: "inversão da menstruação" e descobri que isso poderia ser uma das causas da endometriose. Isso chamou a minha atenção, já que a endometriose é uma doença grave que afeta milhares de mulheres. Para quem não sabe o que é, a endometriose é uma doença onde o tecido que reveste o interior do útero, cresce fora da cavidade uterina causando muita dor. No entanto, uma pesquisa mais a fundo me revelou que não se sabe ao certo a causa da doença. Na verdade essa menstruação retrógrada, onde o sangue da menstruação retornaria pelas trompas de falópio, é somente uma das hipóteses e também provavelmente causada por contrações uterinas e não asanas invertidas.

Eu não sou médica, mas no caso de alguém que tenha histórico de endometriose na família, é melhor se prevenir e não praticar ou fazer uma prática leve nessa época do mês. Ouça o seu corpo e seja gentil consigo mesma... Talvez os Iogues antigos tivessem razão e essa história de se abster da prática não seja tão machista... Quanto a mim, vou continuar minha prática como faço todo santo dia ... Até porque não existem casos de endometriose na minha família e me sinto bem durante a menstruação. Para você que deseja fazer uma prática mais leve e restauradora nessa época, segue mais um vídeo para equilibrar a sua energia durante essa época do mês!

Aproveite e Namaste!